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Esporte 13/03/17 | 21:04:39
Fonte/Autor: Marciel - Foto: Marciel
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  • Pardal e sua paixão por camisas de clubes
  • A maioria delas do time Desconhecidos Futebol Clube

Adalcir Cecatto, popular Pardal, por muitos anos conciliou sua atividade profissional de farmacêutico com a de colunista esportivo, através do blog boteco do pardal, e de jornais da cidade. Além de conhecimento esportivo, Pardal é verdadeiramente um apaixonado pelo esporte, desde as grandes competições e suas grandes equipes, até as mais singelas disputas e seus quase desconhecidos participantes. Para qualquer torcedor de um clube, o fardamento de seu time é como um manto sagrado, para Pardal também é assim, porém, possui muitos mantos. Peças únicas e raras, algumas de tradicionais agremiações, a maioria de desconhecidos, para ele quanto mais incomum maior sua paixão. No seu acervo pessoal, tratado como peças de artes, Pardal guarda camisas de clubes que muitos jamais ouviram falar, mas que para um apaixonado pelo esporte, são como se fossem íntimos. Para quem por muitos anos possuiu o boteco do pardal, nada melhor do que batermos um papo, quase que de boteco, só faltou um chopinho Pardal, o brinde, porém, não faltou, afinal de contas contar uma história dessas, é um brinde ao esporte.

 

Como começou esta coleção? Sempre fui apaixonado por esportes de todo e qualquer tipo. Como todo brasileiro sempre torço pelo mais fraco em uma disputa. Sendo assim aprimorou o gosto pelas camisas alternativas.

Qual foi a primeira? A primeira foi do CAF (Clube Atlético Fraiburgo), ganhei do meu chefe, Gian.

De quantos times possui? São 79 clubes diferentes.

São todas de futebol ou tem outras modalidades? Tem de futebol, futsal e uma vôlei (CIMED)

Qual a mais inusitada em sua opinião? Daquele time que nunca se ouviu falar, que joga divisão bem baixa em seu país? A grande maioria é de clubes alternativos (são a minha preferência, mas não dispenso presentes de nenhum clube ou seleção) quase todas são um pouco inusitadas. Que quase ninguém tenha ouvido falar provavelmente. O São Domingos e o União, ambos de Alagoas, geralmente disputam a segundona daquele estado e a do Grupo Desportivo de Maputo (Moçambique). Acredito serem as mais desconhecidas.

Qual você tem mais simpatia? Isso é impossível afirmar. Mais de 90% da coleção foi presente de amigos que sabem do meu gosto e acabam me doando e trazendo de alguma viagem. Cada uma tem uma história e não conseguiria ter uma preferência.

 

 Quantas têm no total? São 59 de clubes de futebol não-tradicionais, mais 15 de futsal, outras 12 de clubes ou seleções mais tradicionais. Uma de vôlei, além de 03 jaquetas e um chinelo (Sydney da Austrália). Então são 91 itens.

Você já entrou em contato com algum dos clubes que você tem a camisa, dizendo da sua admiração por eles? Não, nunca fiz.

Tem alguma autografada? São algumas autografas. Uma pelo Rivaldo, quando atuou no AEK/Grécia, outra pelo Paulinho Portela, do Parnahyba do Piauí (autor do gol mais rápido da história do futebol piauiense), uma do Caxias, autografada pelo Paraná e pelo Tiago Pagnussat, ambos são da minha cidade natal (São Jorge d´Oeste), outra do Atlético Mineiro, também autografada pelo Tiago Pagnussat e de toda a equipe da Assoeva de Futsal.

 

Qual a mais antiga? Tenho uma retrô da antiga União Soviética. A camisa de goleiro do Yashin, o Aranha Negra. É uma camisa nova, mas uma réplica perfeita da década de 50.

Qual foi a última que você anexou a sua coleção? Olímpia/SP, que disputa a série A3 do Paulistão.

Tem alguma que você sonha em conseguir? A próxima. Sic.... O meu sonho é sempre conseguir mais uma e quanto mais diferente melhor. Quem quiser fazer uma surpresa pode ficar a vontade (risos).